Qual é o caminho?
Qual o caminho a ser tomado?
O que está embutido de sentimentos, ou aquele que embora também tenha sentimento envolvidos seja o mais racional?
O caminho a ser tomado deve ser aquele o qual cause felicidade em um maior número de pessoas, mesmo que seja a longo prazo. Até aí está fácil.
Porém, quando se faz um opção, deixa-se outra, ou outras para trás, e ai está a encruzilhada.
O desejo de ficar é enorme, mas será essa a melhor opção?
A necessidade de ir, me parece definitiva, então fica a pergunta: luta pra ficar, ou aceita ir?
Se a resposta for lutar pra ficar, então deve-se ter a consciência que haverá resistência, consequência e tudo o mais de ter optado por sim.
Se a resposta for ir, então basta virar as costas e ir.
Muito bem, nem sempre o simples é o mais fácil, porque no simples não se leva em consideração as emoções, mas tem-se a clareza que junto com o sim vem a dor da ausência e também a falta de luta.
Optar pelo caminho mais difícil, fatalmente tornará a vitoria, ou seja, o caminho encontrado mais saboroso e cheio de histórias para contar, porém, se o final da caminhada não resultar no desejado, tem-se então o descanso e o consolo de se ter feito tudo que foi possível, mesmo dando errado.
A resposta para a primeira pergunta: lutar, mesmo que perca, mas não deixar de lutar.
De que forma?
Essa última pergunta, eu também procuro a resposta.
O que está embutido de sentimentos, ou aquele que embora também tenha sentimento envolvidos seja o mais racional?
O caminho a ser tomado deve ser aquele o qual cause felicidade em um maior número de pessoas, mesmo que seja a longo prazo. Até aí está fácil.
Porém, quando se faz um opção, deixa-se outra, ou outras para trás, e ai está a encruzilhada.
O desejo de ficar é enorme, mas será essa a melhor opção?
A necessidade de ir, me parece definitiva, então fica a pergunta: luta pra ficar, ou aceita ir?
Se a resposta for lutar pra ficar, então deve-se ter a consciência que haverá resistência, consequência e tudo o mais de ter optado por sim.
Se a resposta for ir, então basta virar as costas e ir.
Muito bem, nem sempre o simples é o mais fácil, porque no simples não se leva em consideração as emoções, mas tem-se a clareza que junto com o sim vem a dor da ausência e também a falta de luta.
Optar pelo caminho mais difícil, fatalmente tornará a vitoria, ou seja, o caminho encontrado mais saboroso e cheio de histórias para contar, porém, se o final da caminhada não resultar no desejado, tem-se então o descanso e o consolo de se ter feito tudo que foi possível, mesmo dando errado.
A resposta para a primeira pergunta: lutar, mesmo que perca, mas não deixar de lutar.
De que forma?
Essa última pergunta, eu também procuro a resposta.