Garimpando...
Singrando mares já desnudados, conheci novos sítios nos quais entendi ter parada obrigatória.
Desfrutando de novas companhias deixei para trás um colo descoberto para sentir um novo sabor; o sabor de um novo mundo.
À primeira vista me pareceu acolhedor, à primeira vista até me pareceu meu próprio lar. Mas o tempo, sempre ele, foi aos poucos e sem pressa me apontando o desconforto que no primeiro instante não notei, embora sempre tenha eu, voltado ao início, sempre tinha minha parada obrigatória no meu antigo lar, onde garimpei cada palavra, onde lapidei cada letra, de onde saíram várias pedras preciosas, pelo menos para o criador.
Como toda convivência desconfortável, essa também teve instantes de tolerar ausências, instantes de sentir vontade de jogar tudo para o alto, mas houve tolerância, um esforço insano de tentar uma convivência harmoniosa, em vão, eu sei, mas tentamos.
Quando esse esforço deixou de ser prazeroso, renunciei ao meu utópico novo lar e voltei para onde a criação brota sem esforço, onde se sentir à vontade é uma constante.
Garimpalavra, estou de volta ao seu colo, para continuar provando das suas carícias e delas tirar a mais pura inspiração, embora para alguns esse lugar seja frio, para mim aqui é uma fonte inesgotável de criação.
Desfrutando de novas companhias deixei para trás um colo descoberto para sentir um novo sabor; o sabor de um novo mundo.
À primeira vista me pareceu acolhedor, à primeira vista até me pareceu meu próprio lar. Mas o tempo, sempre ele, foi aos poucos e sem pressa me apontando o desconforto que no primeiro instante não notei, embora sempre tenha eu, voltado ao início, sempre tinha minha parada obrigatória no meu antigo lar, onde garimpei cada palavra, onde lapidei cada letra, de onde saíram várias pedras preciosas, pelo menos para o criador.
Como toda convivência desconfortável, essa também teve instantes de tolerar ausências, instantes de sentir vontade de jogar tudo para o alto, mas houve tolerância, um esforço insano de tentar uma convivência harmoniosa, em vão, eu sei, mas tentamos.
Quando esse esforço deixou de ser prazeroso, renunciei ao meu utópico novo lar e voltei para onde a criação brota sem esforço, onde se sentir à vontade é uma constante.
Garimpalavra, estou de volta ao seu colo, para continuar provando das suas carícias e delas tirar a mais pura inspiração, embora para alguns esse lugar seja frio, para mim aqui é uma fonte inesgotável de criação.