Dormir em paz...
Quando falamos que deitamos e dormimos em paz, isso quer dizer que estamos tranquilos com nossa consciência.
Mas quando podemos determinar que estamos com a consciência tranquila?
Me parece que estamos nesse estado quando fizemos o que tinha que ser feito, independente se para as outras pessoas isso é uma verdade, ou seja, quando esgotamos nossas possibilidades, nossos esforços e terminamos o que começamos, ou mesmo não conseguindo ter o êxito desejado, mas fizemos o que tínhamos que fazer, então podemos colocar a cabeça no travesseiro e descansar em paz.
Muito prático esse raciocínio quando estamos falando de algo palpável, ou seja, ações onde terceiros podem notar a ação e a reação dos nossos atos.
E quando isso está só dentro da nossa cabeça?
Por exemplo, tenho um sentimento, mas esse sentimento é o correto?
A procura por essa resposta pode nos fazer não dormir em paz, se é que vamos conseguir dormir.
Mas em que sentindo ficamos sem o sono leve dos inocentes? Quando o conflito está exatamente na pergunta do que estamos sentindo.
Quando saber o que é dor ou o que é uma felicidade inconstante?
Quando saber o que é ansiedade ou tristeza profunda?
Quando saber se é uma insegurança questionando se fizemos tudo que devíamos fazer?
Todas essas questões são subjetivas, mas o cérebro que precisa descansar, não vai parar enquanto não encontrar a resposta correta para essas questões.
Uma vez encontrada essa resposta um arrepio toma o corpo, o sorriso sai largo da boca, e um olhar para o vazio parece preencher uma alma vazia. E não importa se a resposta era o que nossa emoção estava procurando ou não, o que importa nesse caso é acabar com um conflito que não nos permitia dormir em paz.
Mas há um efeito colateral.
Quem nos olha no instante antes de encontrar a resposta e no instante seguinte, fatalmente vai se assustar e questionar, e o melhor de tudo é que não há respostas coerentes, nem ações constantes, há sim o alívio por ter encontrado um caminho que parecia impossível, e essa é a maior recompensa.
O que foi encontrado? Há! Isso só o travesseiro vai saber.
Mas quando podemos determinar que estamos com a consciência tranquila?
Me parece que estamos nesse estado quando fizemos o que tinha que ser feito, independente se para as outras pessoas isso é uma verdade, ou seja, quando esgotamos nossas possibilidades, nossos esforços e terminamos o que começamos, ou mesmo não conseguindo ter o êxito desejado, mas fizemos o que tínhamos que fazer, então podemos colocar a cabeça no travesseiro e descansar em paz.
Muito prático esse raciocínio quando estamos falando de algo palpável, ou seja, ações onde terceiros podem notar a ação e a reação dos nossos atos.
E quando isso está só dentro da nossa cabeça?
Por exemplo, tenho um sentimento, mas esse sentimento é o correto?
A procura por essa resposta pode nos fazer não dormir em paz, se é que vamos conseguir dormir.
Mas em que sentindo ficamos sem o sono leve dos inocentes? Quando o conflito está exatamente na pergunta do que estamos sentindo.
Quando saber o que é dor ou o que é uma felicidade inconstante?
Quando saber o que é ansiedade ou tristeza profunda?
Quando saber se é uma insegurança questionando se fizemos tudo que devíamos fazer?
Todas essas questões são subjetivas, mas o cérebro que precisa descansar, não vai parar enquanto não encontrar a resposta correta para essas questões.
Uma vez encontrada essa resposta um arrepio toma o corpo, o sorriso sai largo da boca, e um olhar para o vazio parece preencher uma alma vazia. E não importa se a resposta era o que nossa emoção estava procurando ou não, o que importa nesse caso é acabar com um conflito que não nos permitia dormir em paz.
Mas há um efeito colateral.
Quem nos olha no instante antes de encontrar a resposta e no instante seguinte, fatalmente vai se assustar e questionar, e o melhor de tudo é que não há respostas coerentes, nem ações constantes, há sim o alívio por ter encontrado um caminho que parecia impossível, e essa é a maior recompensa.
O que foi encontrado? Há! Isso só o travesseiro vai saber.