Imaginação
A imaginação é uma coisa estranha. Nós não temos o menor controle sobre ela.
Na hora que mais queremos usa-la, ela simplesmente se nega. Diz que não e pronto. Aí tentamos convence-la, somos carinhosos com ela, mas ela imutável, fria, nem se importa.
Quando queremos produzir a partir dela, ela se sente de tal forma maculada, que nos fecha todas as portas e nos larga no meio de uma tempestade.
Nos lamentamos. Acreditamos que nem a temos, achamos que foi embora, notamos a nossa fraqueza e submissão em relação aos sentidos.
Depois de um combate desigual, somos abatidos. Capitulados.
Aí, quando achávamos que era só isso, a coisa piora.
Ela para nos mostrar sua superioridade e domínio, num momento sem a gente menos esperar saca todos os seus argumentos e nos deixa malucos.
- Puxa vida! Eu não poderia ter pensado nisso antes?
Quase sempre é isso que a gente diz.
Nesse momento temos a saída para todos os problemas, argumento de defesa para todas as acusações, palavras certas para todos os amantes.
Na verdade ela, a imaginação, nos torna melhores ou piores no instante em que ela deseja.
A imaginação é muito corajosa e não aceita covardia. Veja só. Quando sentimos medo, ela numa forma de punição aumenta desproporcionadamente qualquer coisa. Por exemplo, a noite você sozinho em casa tudo apagado. Insônia. Qualquer vento que balançar a janela do quarto nos dá um calafrio. Qualquer barulho diferente vem seguido de um: Ai meu Deus!!!
Mas ela é assim, melindrosa e dura.
Conquistá-la é uma arte. Descobrir como ser parceiro dela é um sonho. Seduzi-la, uma tarefa árdua e para poucos.
Agora, eu precisando dela. Ela não aceitou meu cortejo, não se sentiu seduzida.
Na verdade, ela é ciumenta, e queria ser lembrada, por que a imaginação também tem sua vaidade.
Na hora que mais queremos usa-la, ela simplesmente se nega. Diz que não e pronto. Aí tentamos convence-la, somos carinhosos com ela, mas ela imutável, fria, nem se importa.
Quando queremos produzir a partir dela, ela se sente de tal forma maculada, que nos fecha todas as portas e nos larga no meio de uma tempestade.
Nos lamentamos. Acreditamos que nem a temos, achamos que foi embora, notamos a nossa fraqueza e submissão em relação aos sentidos.
Depois de um combate desigual, somos abatidos. Capitulados.
Aí, quando achávamos que era só isso, a coisa piora.
Ela para nos mostrar sua superioridade e domínio, num momento sem a gente menos esperar saca todos os seus argumentos e nos deixa malucos.
- Puxa vida! Eu não poderia ter pensado nisso antes?
Quase sempre é isso que a gente diz.
Nesse momento temos a saída para todos os problemas, argumento de defesa para todas as acusações, palavras certas para todos os amantes.
Na verdade ela, a imaginação, nos torna melhores ou piores no instante em que ela deseja.
A imaginação é muito corajosa e não aceita covardia. Veja só. Quando sentimos medo, ela numa forma de punição aumenta desproporcionadamente qualquer coisa. Por exemplo, a noite você sozinho em casa tudo apagado. Insônia. Qualquer vento que balançar a janela do quarto nos dá um calafrio. Qualquer barulho diferente vem seguido de um: Ai meu Deus!!!
Mas ela é assim, melindrosa e dura.
Conquistá-la é uma arte. Descobrir como ser parceiro dela é um sonho. Seduzi-la, uma tarefa árdua e para poucos.
Agora, eu precisando dela. Ela não aceitou meu cortejo, não se sentiu seduzida.
Na verdade, ela é ciumenta, e queria ser lembrada, por que a imaginação também tem sua vaidade.