Das idas e vindas
E o tempo vai passa, e as coisas acontecem.
Viagens infindáveis, com despedidas e chegadas.
Das que ficam saudades, as idas são doidas
Das que ficam vontades, as vindas são bem vindas.
E vamos e voltamos, e sumimos e aparecemos.
Dores sentidas, sorrisos largos no rosto, abraços longos
E continuamos indo e vindo.
Pessoas passam e vão sem adeus, outras vem como obra de Deus.
E nos separamos, nos apartamos, de coisas e de pessoas
E voltamos e procuramos pessoas que foram, mas queríamos que voltassem.
E voltam. E outras vão. E outras vem.
E algumas nunca vão, mesmo que elas partam.
E não nos aparta delas.
Outras sempre vão, nunca serão nossas.
E vamos, e voltamos, e vamos de novo.
Há desculpas, há pedidos, há desejos.
E queremos de volta, quem nunca deveria ter ido.
E nós mesmo, nunca deveríamos ter partido.
E nessa hora nos apartamos de nós.
E na estação da vida, estaremos esperando sempre a volta das boas viagens.
E que sejam bem vinda, de volta, o que nunca deveria ter ido.
Viagens infindáveis, com despedidas e chegadas.
Das que ficam saudades, as idas são doidas
Das que ficam vontades, as vindas são bem vindas.
E vamos e voltamos, e sumimos e aparecemos.
Dores sentidas, sorrisos largos no rosto, abraços longos
E continuamos indo e vindo.
Pessoas passam e vão sem adeus, outras vem como obra de Deus.
E nos separamos, nos apartamos, de coisas e de pessoas
E voltamos e procuramos pessoas que foram, mas queríamos que voltassem.
E voltam. E outras vão. E outras vem.
E algumas nunca vão, mesmo que elas partam.
E não nos aparta delas.
Outras sempre vão, nunca serão nossas.
E vamos, e voltamos, e vamos de novo.
Há desculpas, há pedidos, há desejos.
E queremos de volta, quem nunca deveria ter ido.
E nós mesmo, nunca deveríamos ter partido.
E nessa hora nos apartamos de nós.
E na estação da vida, estaremos esperando sempre a volta das boas viagens.
E que sejam bem vinda, de volta, o que nunca deveria ter ido.