Bons momentos
A vida é feita e passa de uma forma tão rápida que muitas vezes não notamos coisas sensacionais que acontecem.
Mas algumas ficam marcadas e revivemos ela muitas vezes durante um longo espaço de tempo.
Não. Não são os momentos felizes.
São os momentos tristes e dolorosos, isso porque nos marcam com mais intensidade.
Remoemos esses momentos por dias, e em alguns casos por anos.
Ganhamos de presente, rugas, depressão, tristeza, pessimismo.
Parece ser algo que nunca se cicatrizará. Incrível como conseguimos isso.
Essa nossa capacidade de alimentar as dores, parece algo divino, um dom.
Mas não. Não fomos educados para ser felizes plenamente.
Fomos educados tendo como lema: "Alegria de pobre dura pouco", ou então, "Quem ri muito durante o dia chora a noite".
O que nos deixa claro, a dor, a insegurança, e o sofrimento, certamente ocorrerá.
Aff!!!!
Só que não.
Nascemos para ser feliz, para vencer, para conquistar, simples assim.
O que precisamos para alcançar tudo isso? Fazer, tomar decisões, e pronto.
Depois precisamos aprender a alimentar os momentos felizes, com a mesma forma e na mesma intensidade que alimentamos a dor.
Será que dá para ser assim? Ou precisamos desenhar?
Mas algumas ficam marcadas e revivemos ela muitas vezes durante um longo espaço de tempo.
Não. Não são os momentos felizes.
São os momentos tristes e dolorosos, isso porque nos marcam com mais intensidade.
Remoemos esses momentos por dias, e em alguns casos por anos.
Ganhamos de presente, rugas, depressão, tristeza, pessimismo.
Parece ser algo que nunca se cicatrizará. Incrível como conseguimos isso.
Essa nossa capacidade de alimentar as dores, parece algo divino, um dom.
Mas não. Não fomos educados para ser felizes plenamente.
Fomos educados tendo como lema: "Alegria de pobre dura pouco", ou então, "Quem ri muito durante o dia chora a noite".
O que nos deixa claro, a dor, a insegurança, e o sofrimento, certamente ocorrerá.
Aff!!!!
Só que não.
Nascemos para ser feliz, para vencer, para conquistar, simples assim.
O que precisamos para alcançar tudo isso? Fazer, tomar decisões, e pronto.
Depois precisamos aprender a alimentar os momentos felizes, com a mesma forma e na mesma intensidade que alimentamos a dor.
Será que dá para ser assim? Ou precisamos desenhar?