Sombras
No momento supremo de solidão
Movimentos desconexos na parede
Onde o preto e o branco se confundem
Nas imagens sem forma, se forma uma única
E ela toma vida e movimentos
Mostrando um caminho que não sabíamos existir
Ela como a única companheira repete o que se passa
Não se importando se sim ou se não
Mecanicamente se movimentando para cima para baixo
Depende da luz plena e soberana para sua sobrivência
E sobrevivendo sem perguntas
Desenvolve um bailar de situações
De lembranças
De erros
De acertos
E assim sobrevive
E no apagar das luzes se vai, como veio
Sem perguntas, sem resposta
Simplesmente vindo e indo
Movimentos desconexos na parede
Onde o preto e o branco se confundem
Nas imagens sem forma, se forma uma única
E ela toma vida e movimentos
Mostrando um caminho que não sabíamos existir
Ela como a única companheira repete o que se passa
Não se importando se sim ou se não
Mecanicamente se movimentando para cima para baixo
Depende da luz plena e soberana para sua sobrivência
E sobrevivendo sem perguntas
Desenvolve um bailar de situações
De lembranças
De erros
De acertos
E assim sobrevive
E no apagar das luzes se vai, como veio
Sem perguntas, sem resposta
Simplesmente vindo e indo