Vitrine
São para os olhos e quando miramos caminhamos devagar
Observando como algo longe inalcançável
O desejo a vontade e a distância
Observamos o caminhar como se andasse sobre nuvens
E nós aqui no chão e sem asas
Os olhares parecem flechas quando nos alcaçam
E nós sem conseguir nos esquivar somos atingidos
E mesmo assim continuamos a observar
Como algo que não podemos deter nem tampouco estancar
Infinitamente fora do alcance
Mas ainda há uma forte dose de esperança
Ela também ser atingida por algo nosso que a paralise
Desperte nela a mesma vontade, o mesmo desejo
Então procuramos em nós o melhor de nós mesmos
Oferecemos a ela o que temos de mais puro e mais desejável
E quando aceita viveremos felizes
Se não aceita, descobrimos em nós uma melhor parte de nós
E isso nos faz quere-la ainda mais, pois por a querer
Nos tornamos melhores.
Observando como algo longe inalcançável
O desejo a vontade e a distância
Observamos o caminhar como se andasse sobre nuvens
E nós aqui no chão e sem asas
Os olhares parecem flechas quando nos alcaçam
E nós sem conseguir nos esquivar somos atingidos
E mesmo assim continuamos a observar
Como algo que não podemos deter nem tampouco estancar
Infinitamente fora do alcance
Mas ainda há uma forte dose de esperança
Ela também ser atingida por algo nosso que a paralise
Desperte nela a mesma vontade, o mesmo desejo
Então procuramos em nós o melhor de nós mesmos
Oferecemos a ela o que temos de mais puro e mais desejável
E quando aceita viveremos felizes
Se não aceita, descobrimos em nós uma melhor parte de nós
E isso nos faz quere-la ainda mais, pois por a querer
Nos tornamos melhores.