De novo
E depois das caminhadas e caminhos tortos e inseguros
Aqueles que não sabemos porque mas sabemos que sim
Tem o instante da volta, do desejo, e da vontade
Seja num café despretensioso, numa amenidade no meio do dia
A vontade do toque, do olhar, do desejo
Com a boca salivando, o corpo quente
E então a lembrança do sabor do outro, do arrepio
E a vontade de novo
E o suspiro, e a lembrança e o desejo
E então o tempo mostra que passou
Que não há volta, e mesmo assim, o tempo volta
Nos lembra do que foi bom e muito bom
Mas foram as caminhadas e os caminhos tortos e inseguros
Que deixaram marcas boas e a vontade sempre
E então as amenidades amenizam os desejos as vontades e gosto do gosto de novo nos lábios.
Aqueles que não sabemos porque mas sabemos que sim
Tem o instante da volta, do desejo, e da vontade
Seja num café despretensioso, numa amenidade no meio do dia
A vontade do toque, do olhar, do desejo
Com a boca salivando, o corpo quente
E então a lembrança do sabor do outro, do arrepio
E a vontade de novo
E o suspiro, e a lembrança e o desejo
E então o tempo mostra que passou
Que não há volta, e mesmo assim, o tempo volta
Nos lembra do que foi bom e muito bom
Mas foram as caminhadas e os caminhos tortos e inseguros
Que deixaram marcas boas e a vontade sempre
E então as amenidades amenizam os desejos as vontades e gosto do gosto de novo nos lábios.
