E vai passando
Vai passando o tempo e a gente vai achando que aprendeu.
Aprendemos a conviver com as pessoas, aprendemos com os erros, erramos com os acertos.
O importante é que vamos aprendendo.
Mas como em todas as provas, há questões que são fáceis, outras difíceis, e algumas que não gostamos.
E é dessas que não gostamos que quero falar: as pegadinhas.
Essas questões são impressionantemente frustrante, pois achamos que a resposta para ela é uma e na verdade é outra.
Há muitas explicações para errarmos essa questão: a pressa na avaliação, a falta de atenção e a pior de todas que é o excesso de confiança.
Quando confiamos demais para responder essa questão fatalmente cometemos erros primários.
Acreditamos cegamente que a resposta é clara, que ela vai ser como pensamos exatamente, mas na verdade ela traz consigo algo escondido que não conseguimos enxergar.
Olhamos para essa questão e não vemos que há mais sob aquilo.
Ai, quando olhamos a resposta correta, vemos que nos enganamos.
Nesse momento, lamentamos e nos achamos muito burros, só que essa avaliação também está errada. Não fomos burros, fomos iludidos.
Bom, se isso ocorre numa questão fria de múltipla escolha, onde temos tempo para reavaliar, imagina como ficamos frágeis e vulneráveis quando estamos falando de pessoas.
Porque quando essas pessoas resolvem nos pregar uma pegadinha, nunca vamos imaginar que ela poderia ser fácil ou difícil.
Ah! Como é difícil lidar com alguns seres humanos!
Aprendemos a conviver com as pessoas, aprendemos com os erros, erramos com os acertos.
O importante é que vamos aprendendo.
Mas como em todas as provas, há questões que são fáceis, outras difíceis, e algumas que não gostamos.
E é dessas que não gostamos que quero falar: as pegadinhas.
Essas questões são impressionantemente frustrante, pois achamos que a resposta para ela é uma e na verdade é outra.
Há muitas explicações para errarmos essa questão: a pressa na avaliação, a falta de atenção e a pior de todas que é o excesso de confiança.
Quando confiamos demais para responder essa questão fatalmente cometemos erros primários.
Acreditamos cegamente que a resposta é clara, que ela vai ser como pensamos exatamente, mas na verdade ela traz consigo algo escondido que não conseguimos enxergar.
Olhamos para essa questão e não vemos que há mais sob aquilo.
Ai, quando olhamos a resposta correta, vemos que nos enganamos.
Nesse momento, lamentamos e nos achamos muito burros, só que essa avaliação também está errada. Não fomos burros, fomos iludidos.
Bom, se isso ocorre numa questão fria de múltipla escolha, onde temos tempo para reavaliar, imagina como ficamos frágeis e vulneráveis quando estamos falando de pessoas.
Porque quando essas pessoas resolvem nos pregar uma pegadinha, nunca vamos imaginar que ela poderia ser fácil ou difícil.
Ah! Como é difícil lidar com alguns seres humanos!